Anaspra - Criada em 14/09/2007, possui o objetivo de estruturar um processo de permanente e eficaz reivindicação junto ao Governo Federal, bem como o poder judiciário.

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Seg 12, 2016

Diretores das entidades representativas de praças e oficiais se reuniram, no Rio de Janeiro, para apoiar os militare

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Sex 12, 2016

Reunidas no Rio de Janeiro nesta quinta-feira, 1º de dezembro, as entidades de classe dos policiais e bombeiros mili

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Seg 11, 2016

A crise dos governos estaduais e federal tem afetado diretamente os serviços públicos e o funcionalismo públic

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Qua 11, 2016

Ligando os pontos: Ministro da Justiça diz que vai poupar militares da Reforma da Previdência; mas presidente Temer

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Diretores das entidades representativas de praças e oficiais se reuniram, no Rio de Janeiro, para apoiar os militares estaduais do Rio, que estão prestes a perder direitos em decorrências de projetos de autoria do Executivo em tramitação no Legislativo local. Além do presidente da Anaspra, cabo Elisandro Lotin, participaram da reunião, realizada na quinta-feira (1º/12), o presidente da Feneme, coronel Marlon Teza, os deputados federais Subenente Gonzaga e Major Olímpio e integrantes de outras entidades. Na oportunidade ,também foram discutidas as mudanças nos direitos trabalhistas em nível nacional, como a reforma da previdência.
 
Ficou decidido que será realizada uma grande mobilização nacional de todas entidades de oficias e praças em Brasília, no dia 14 de dezembro (quarta-feira), a partir das 10 horas. Estão sendo convocadas todas entidades ligadas à Anaspra, Feneme Anerb. Entre as deliberações do grupo, está também a decisão de atuar de modo a colocar um freio no chamado pacote de "maldades" dos governos estaduais, a começar pelo estado do Rio de Janeiro.
 
Após a reunião, o grupo também foi recebido pelo governador, Luiz Fernando de Souza, o Pezão (PMDB), na qual foi apresentada as demandas da categoria e as consequências caso não sejam atendidas pelos poderes Executivo e Legislativo do Rio de Janeiro. Umas das demandas é relativa à Reforma da Previdência. Antes, os diretores das entidades representativas estiveram também no Plenário da Assembleia Legislativa do RJ (Alerj), com o objetivo de conversar com os parlamentares estaduais.
Reunidas no Rio de Janeiro nesta quinta-feira, 1º de dezembro, as entidades de classe dos policiais e bombeiros militares do Brasil - ANASPRA, AMEBrasil, FENEME, ANERB, CNCG - com a participação dos deputados federais Subtenente Gonzaga e Major Olímpio, decidiram realizar um ato em defesa da Previdência dos militares no Congresso Nacional, em Brasília, no dia 14 de dezembro de 2016.
 
Reunidos para somar à luta dos militares daquele Estado, que estão sofrendo ameaças concretas de perdas significativas em seus direitos duramente construídos através da luta dos últimos anos, essas entidades avaliaram que na prática há um risco muito grande de perdas irreparáveis, por meio da ação coordenada dos governadores, que estão pressionando o presidente Michel Temer (PMDB) para incluir no texto da Reforma da Previdência regras de aposentadoria para os militares estaduais.
 
De acordo com o deputado federal Subtenente Gonzaga, essa articulação dos governadores fez com que os militares se organizassem e, como primeiro ato, realizassem esse encontro em Brasília para mostrar ao governo federal e aos governadores que trazer regras da previdência para os militares estaduais e federais, é potencializar uma crise de governabilidade, uma vez que com estado de violência e insegurança, com os altos índices de criminalidade, que se instalou na sociedade brasileira, o papel dos policiais e bombeiros militares e dos militares federais é imprescindível. “É condição sem a qual não teremos sequer os níveis atuais de segurança. Os militares estão dispostos a retirar o apoio à governabilidade em todos estados, caso os governadores insistem em negociar com governo federal, sangrando os militares estaduais”, ressaltou o deputado.
 
"Agora as Forças Armadas e o Ministério da Defesa fazem questão de nos colocar somente como policiais e não como policiais ou bombeiros militares, apesar de termos todos os deveres atinentes às Forças Armadas, assim como temos todas as vedações. Desempenha uma função diferenciada enquanto profissional de segurança pública, também somos militares, ou seja, temos dupla função e missão, por assim dizer. Sacrificamos nossas vidas em nome da sociedade, temos dedicação exclusiva à profissão, estamos permanentemente à disposição do Estado e do País e querem nos tirar os parcos direitos que ainda nos restam?", questionou o presidente da Associação Nacional de Praças (Anaspra), Elisandro Lotin.
 
Ainda segundo Subtenente Gonzaga, não há outro caminho senão fazer o que deve ser feito: retirar a governabilidade como instrumento de pressão, demonstrando aos governos a necessidade de manter, pelo menos, os atuais direitos constitucionais em relação à previdência. “Se há hoje uma diferença em favor dos militares, é porque no passado o governo sangrou os servidores civis. É necessário que a ação seja coordenada e, por isso, essa reunião no Rio de Janeiro teve um papel extremamente importante”, finalizou o deputado.

Com informações da assessoria de imprensa da Câmara - Gabinete Deputado Gonzaga